Núcleo de desenvolvimento
Seis pessoas dedicadas à construção das plataformas, com revisão de código em pares e responsabilidade compartilhada pela qualidade do que vai ao ar.
Nascemos da frustração com projetos que entregam uma demonstração bonita e deixam uma operação difícil de manter. Decidimos fazer o contrário.
Em 2015, depois de anos atuando dentro de empresas de tecnologia, percebemos um padrão. Os sistemas quebravam não por falta de talento, mas por falta de método: decisões tomadas sem registro, pressa que virava dívida técnica, fornecedores que sumiam após o aceite.
A Órbita Código começou pequena, com dois fundadores e a regra de só aceitar trabalho que conseguíssemos sustentar com qualidade. Onze anos depois, somos catorze pessoas e a regra continua a mesma.
Um bom sistema é aquele que a próxima pessoa consegue entender sem precisar da gente do lado.
Um problema bem descrito já está metade resolvido. Investimos tempo no diagnóstico porque cada hora ali economiza semanas de retrabalho depois.
Toda escolha de arquitetura vem com o motivo por escrito. Quando alguém entra no projeto, dois anos depois, encontra o raciocínio, não só o resultado.
Resistimos à tentação de usar a tecnologia mais nova só porque existe. A pergunta é sempre se o seu time vai conseguir manter aquilo daqui a três anos.
Entregamos código, documentação e acessos. Você fica com a gente porque quer, não porque ficou preso a um fornecedor que detém as chaves.
Catorze pessoas entre engenharia, produto e dados. Equipes pequenas, próximas de quem usa o sistema. Estas descrições são ilustrativas.
Seis pessoas dedicadas à construção das plataformas, com revisão de código em pares e responsabilidade compartilhada pela qualidade do que vai ao ar.
Quatro pessoas que traduzem a operação do cliente em escopo claro, fazem a ponte entre o negócio e a engenharia e cuidam para que nada essencial se perca.
Quatro pessoas focadas em organizar dados, construir indicadores em que se confia e remover o trabalho manual das rotinas críticas.
Mande uma mensagem com o contexto da sua operação. Respondemos com a nossa leitura honesta, mesmo quando ela é que não somos a opção certa.